As novas acusações contra Ophir são de improbidade administrativa e patrocínio infiel, em função da licença remunerada que Ophir Cavalcante recebe há 13 anos da Procuradoria do Estado, mesmo trabalhando em seu escritório particular.
Os advogados sugerem, caso sejam comprovadas as denúncias, que se apliquem as sanções previstas no artigo 12, inciso I, da Lei n° 8429/92, que são: perda da função pública; suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; bem como o ressarcimento dos danos causados ao patrimônio público.
A reportagem do DOL tentou marcar uma entrevista com os advogados, mas foi informada de que eles não falarão com a imprensa até que o novo documento seja finalizado.
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