Com base nesse provimento, os bacharéis argumentam que pelo menos 15 das 100 questões da prova de hoje deveriam versar sobre Direitos Humanos e Ética Profissional. "Entretanto, o Conselho Federal mais uma vez desrespeita o que edita como norma. O Exame feito hoje pela FGV tem 10 questões de Ética e só de Direitos Humanos. Estranhamente, Direito Empresarial que sempre tinha de três a quatro questões, passou a ter seis. Fica evidente que a OAB nacional ou é ruim de matemática ou acha que bacharel em Direito é palhaço de pagar 200 reais para ser enganado", protestou o bacharel Yves Drosghic, que fez a prova. Presidente da Comissão de Acadêmicos e Estagiários de Direito da seccional estadual da OAB de Mato Grosso do Sul, ele prevê uma série de ações contra o Exame, não só no estado mas em todo o país.

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